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Psicologia em Foco

Ética em Psicologia: As direções éticas do Psicólogo em seu trabalho

A colunista do Oeste em Foco, Bruna Antunes, fala sobre o código de ética destes profissionais, suas responsabilidades e deveres, mostrando as diretrizes que norteiam a área

Bruna Antunes

Bruna AntunesBruna Antunes, natural de Descanso, tem 32 anos, é Bacharel em Psicologia pela UNOESC de São Miguel do Oeste e graduada em Administração de Pessoas pela Uniasselvi, e atua como psicóloga do CRAS de São João do Oeste. A coluna objetiva abordar temas relacionados à psicologia de forma clara a fim de agregar conhecimentos e facilitar a interpretação dos leitores. Além disso, Bruna destaca reflexões sobre a importância e os cuidados necessários com a saúde mental.

01/11/2018 19h07Atualizado há 9 meses
Por: Bruna Antunes
Fonte: Oeste em Foco | Bruna Antunes
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Ética em Psicologia: As direções éticas do Psicólogo em seu trabalho.

O código de ética do psicólogo, que entrou em vigor em 27 de agosto de 2005, traz em seu conteúdo as responsabilidades e deveres do profissional, mostrando as diretrizes que norteiam a profissão. 

A ética existente na profissão, deve garantir ao usuário do serviço uma adequada relação de profissionalismo. As normas e princípios éticos devem ser pautados no respeito ao sujeito e em seu direitos. Como princípios fundamentais o Psicólogo deve basear-se nos valores presentes na Declaração Universal dos Direitos Humanos, promovendo a saúde e qualidade de vida das pessoas. Conhecer, divulgar, cumprir e fazer cumprir o Código de Ética é dever primeiro do psicólogo. Algumas restrições também são impostas ao profissional, sendo vedado a ele, qualquer tipo de atitude que venha prejudicar o paciente, conforme artigo 2º, item “a” do código: Praticar ou ser conivente com quaisquer atos que caracterizem negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade ou opressão.

A questão do sigilo profissional (artigo 9º) é fundamental para que a confiança entre paciente e psicólogo se concretize. Não há como o profissional exercer sua profissão e não usar do sigilo como pedra fundamental, ou seja, a divulgação dos dados e do discurso do paciente, somente interessam ao psicólogo. Em caso de trabalho, onde há uma equipe multidisciplinar, (hospital, Unidade Básica de Saúde) fica registrado no documento de acesso comum a todos, somente informações relevantes para o tratamento do paciente. Em caso de atendimento a menores, também somente o necessário pode ser comunicado ao pais ou responsáveis.

A quebra de sigilo resume-se na prestação de informações estritamente necessárias.

O material usado na terapia, bem como as anotações do profissional, devem manter-se em local de aceso único e restrito ao psicólogo.

Bruna Antunes

CRP 12/16964

 Referências: Código de Ética Profissional do Psicólogo

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